
9 de dezembro de 2013
Os bizarros macacos mascarados da Indonésia
Até onde pode ir a covardia humana? A resposta para essa pergunta não parece ter limites.
Em Jacarta, na Indonésia macacos são treinados para agirem como humanos a fim de comover os visitantes que dão dinheiro aos animais. As imagens parecem ter sido tiradas de filmes de terror. Os macacos usam cabeças de bonecas de plástico cobrindo os rostos como uma máscara, usam ainda roupas infantis, chapéus de Cowboy e são forçados a segurar guarda-sóis ou até montar pequenas motos. Os shows acontecem na rua onde os animais são presos em correntes o tempo todo e são obrigados a andar usando as pernas traseiras para assim assumirem a posição bípede dos humanos.
Os animais sofrem com torturas para cumprir as tarefas, espiam o dono através da máscara, que geralmente os ameaça o tempo todo. Os animais vivem em total regime de escravidão. Os macacos pertencem a empresários que são chamados de “mestres dos macacos”. São os “mestres” que treinam e torturam os animais para vender por até 135 dólares ou alugar para mendigos.
O fotógrafo Perttu Saska, visitou Jacarta em 2012 e ficou muito impressionado com a forma doentia com o qual os animais são tratados e resolveu fazer um trabalho com estes animais com o propósito de mostrar ao mundo a atitude covarde destas pessoas. A campanha, que já estava sendo feita por instituições protetoras dos animais, chegou até as autoridades e ao que parece estão sendo realizadas apreensões destes animais que estão sendo enviados para um espaço do Ragunan Zoo de Jacarta. A prefeitura também está oferecendo formação profissional para os donos a fim de encaixá-los no mercado de trabalho. Veja abaixo uma galeria com imagens da prática:
Cobra com sistema nervoso em pane é simplesmente assustador
Uma grande cobra foi filmada tendo ataque impressionante, como se seu sistema nervoso estivesse completamente em pane. Ela começa se movimentando de forma estranha, tendo espasmos, e de repente, perde o controle de seu corpo. Dá impressão que ela morre no final.
Internautas especulam que ela pode ter sido ferroada por alguma vespa venenosa ou sofrido uma instalação parasita no sistema nervoso. Além de intoxicação externa ou algo proveniente de ações humanas.
Assista o vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões:
Internautas especulam que ela pode ter sido ferroada por alguma vespa venenosa ou sofrido uma instalação parasita no sistema nervoso. Além de intoxicação externa ou algo proveniente de ações humanas.
Assista o vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões:
8 de dezembro de 2013
8 artefatos estupidamente bizarros usados no passado
Medidor de beleza
Ao bater os olhos, é possível ter a impressão de que o invento acima é uma espécie de esboço da máscara sadomasoquista/tétrica utilizada no filme Hellraiser. Bem longe disso. Na verdade, trata-se do Beauty Micrometer, um aparelho de medição finamente projetado por Max Factor para avaliar imperfeições nos rostos das atrizes hollywoodianas da década de 1920.
Quem iria se sujeitar a uma averiguação tão bizarra? Praticamente qualquer atriz, mesmo entre as mais prestigiadas. Isso porque Factor era reconhecidamente um mago das maquiagens para cinema — constantemente reelaborando receitas conforme as condições de filmagem se alteravam, como temperatura das lâmpadas de estúdio.
Obstetric Phantom
Eis uma ferramenta particularmente perturbadora aqui, mas também bastante útil — sobretudo durante o século XVIII. Essa curiosa ferramenta obstetrícia foi desenvolvida para ensinar médicos e parteiras, explorando complicações que eventualmente possam ocorrer durante o trabalho de parto — um bebê em posição atípica, por exemplo. Sim, é por isso que existe aquele feto-almofada ali, algo que não deveria nada para um filme de terror asiático.
Mortsafe

Pode parecer um exagero hoje (bem, mais ou menos), mas, durante o século XIX, a preocupação com a integridade do corpo de entes queridos que viessem a falecer era bem considerável. Violadores de cadáveres? Não exatamente.Vale lembrar que, à época, o treinamento médico era feito com cadáveres de prisioneiros sentenciados à morte — já que família alguma cederia de bom grado um falecido seu, já que se acreditava que um corpo incompleto jamais poderia ascender ao Céu. Ocorre, entretanto, que as penas de morte foram se tornando mais raras com o passar dos anos. Restava apenas possibilidade, portanto: conseguir corpos de forma ilícita. Alguém lhe entregaria um cadáver fresco, você pagaria, e jamais faria qualquer pergunta. A melhor forma de garantir que um ente querido não acabaria servindo involuntariamente à ciência? Colocá-lo em uma dessas coisas aí.
Pode parecer um exagero hoje (bem, mais ou menos), mas, durante o século XIX, a preocupação com a integridade do corpo de entes queridos que viessem a falecer era bem considerável. Violadores de cadáveres? Não exatamente.Vale lembrar que, à época, o treinamento médico era feito com cadáveres de prisioneiros sentenciados à morte — já que família alguma cederia de bom grado um falecido seu, já que se acreditava que um corpo incompleto jamais poderia ascender ao Céu. Ocorre, entretanto, que as penas de morte foram se tornando mais raras com o passar dos anos. Restava apenas possibilidade, portanto: conseguir corpos de forma ilícita. Alguém lhe entregaria um cadáver fresco, você pagaria, e jamais faria qualquer pergunta. A melhor forma de garantir que um ente querido não acabaria servindo involuntariamente à ciência? Colocá-lo em uma dessas coisas aí.
30 fotos bizarras que ilustram um dia comum na Rússia
“Na Rússia, fake é o que é normal“, afirmam cientistas.
Esse post traz 30 fotos, no mínimo bizarras, que ilustram um dia normal na Rússia. Você vai entender porquê nossos adorados seres movidos à vodka são considerados os mais bizarros do planeta.
Veja o post completo, com as três dezenas de fotos russas:
“Na Rússia, fake é o que é normal“, afirmam cientistas.
Esse post traz 30 fotos, no mínimo bizarras, que ilustram um dia normal na Rússia. Você vai entender porquê nossos adorados seres movidos à vodka são considerados os mais bizarros do planeta.
Veja o post completo, com as três dezenas de fotos russas:
Na Rússia a banheira aquecida fica ao ar livre
Na Rússia você leva sua AK-47 com você no metrô
Na Rússia você janta no metrô
Na Rússia se o carro estiver andando está tudo bem
Na Rússia você sai da piscina direto pra escolha do novo presidente
Na Rússia faz muito frio
Na Rússia a traseira de um carro é uma ótima cama depois de algumas vodkas
Na Rússia você termina o que você começa não importa o que aconteça
Na Rússia cerveja é leite
Na Rússia você leva sua televisão pra passear
Na Rússia você faz uns espetinhos no banheiro
Na Rússia a diarreia não pode te fazer mal
Na Rússia você esquia pra atravessar a faixa de pedestres
Na Rússia você esquia em qualquer lugar, pra falar a verdade (e de muleta)
Na Rússia os ursos te pedem esmola
Na Rússia as pessoas odeiam bondinhos
Na Rússia você pega rabeira no trem
Sabe aquele seu amigo que tinha uma caixa de lápis de cor com 36 cores?
Andrew Wilson (Wilson Art) provavelmente era aquele rico da sala com a caixa de lápis de cor com 36 cores.
Mas mesmo assim se foi valeu a pena pois ele tem uma habilidade fora do comum em criar e ilustrar com apenas lápis de cor.
Vejam alguns dos desenhos feitos por ele:
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